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Mais uma do nosso Prefeito (SP Kassab)


Tarifa de ônibus em São Paulo sobe 17,4% e vai de R$2,30 para R$ 2,70

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, confirmou neste sábado que a passagem de ônibus vai subir de R$ 2,30 para R$ 2,70 a partir do dia 4 de janeiro. A proposta de aumento de 17,4% já foi protocolada na Câmara Municipal de São Paulo. As informações são da Rádio Bandeirantes.
A prefeitura havia anunciado que o reajuste estava em estudo e entraria em vigor no início de 2010. A tarifa de ônibus da capital paulista ficou congelada por mais de três anos, o último aumento foi em novembro de 2006.

Bairro de São Paulo continua alagado

Câmara de São Paulo corta verba contra enchentes, e garante a da publicidade ,isso e Brasil........




A chuva com intensidade entre fraca e moderada que atingiu a capital paulista no início da semana passada, provocando vários alagamentos na terça-feira, ainda deixa um bairro na zona leste totalmente ilhado





Segundo levantamento da Defesa Civil Estadual, o nível da água baixou poucos centímetros na região do Jardim Romano. A inundação alcança uma distância de seis quarteirões do Rio Tietê e alguns moradores continuam convivendo com a água. Em outras, onde o nível chegou à cintura, as pessoas foram retiradas e abrigadas em um colégio estadual. A rua em frente ao Centro Educacional Unificado (CEU) do bairro está alagada e muitas crianças estão sem aula. O Córrego Três Pontes, que corta o bairro, está cheio de lixo e com o nível bem acima do normal.



No lugar de carros, pequenas embarcações percorrem a região. E a rotina das famílias que tiveram as casas invadidas pelas águas do Rio Tietê não vai voltar ao normal tão cedo.
"As águas podem baixar em oito dias, mas se as chuvas continuarem vai demorar mais", adianta o coronel Jair Paca Lima, da Defesa Civil, que na sexta-feira percorreu o Rio Tietê da altura da barragem da Penha até Mogi das Cruzes. "O Jardim virou uma esponja, que absorve toda a água do rio."




O bairro é uma antiga região de pântano e naturalmente tem um escoamento mais lento. "Somadas a isso, as saídas regulares de água foram fechadas por construções levantadas este ano em áreas invadidas", explica Lima. Barracos de madeira e até de alvenaria se transformaram em comportas que impedem o escoamento. "Estou me referindo às novas construções e não às dos moradores antigos do bairro", ressalta. De acordo com a Defesa Civil, o alagamento afetou também as estações elevatórias de esgoto da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que atendem a região. Com isso, o sistema ainda não está funcionando, espalhando esgoto pelas ruas. Além disso, a inundação deixa moradores sem telefone.
As autoridades já chegaram a cobrar solução rápida. "Falou-se até da instalação de bombas. Mas isso é impossível. Não tem onde jogar a água. O jeito é esperar."

Kassab e um otímo prefeito, será ?(para quem)

Câmara de São Paulo corta verba contra enchentes, e garante a da publicidade.



Olá colegas , estou indignado com os vereadores e o prefeito de São Paulo (aquele tal de Gilberto Kassab).
Ele teve a cara de pau de dizer que o iptu não tinha reajuste a 8 anos. E o assalariado teve um reajuste real ?
Leia essa matéria e veja o que os ilustríssimos Vereadores aprovaram( depois postarei os nomes desses vereadores)

Votado em segunda discussão menos de quatro horas após ser apresentado aos líderes de bancada, a terceira versão do Orçamento de São Paulo para 2010 veio com uma redução de R$ 70,4 milhões na verba destinada à canalização de córregos, de R$ 30 milhões na coleta de lixo e de R$ 1 milhão para obras em áreas de risco.

O corte de R$ 1 bilhão feito de última hora pelo relator Milton Leite (DEM), contudo, não afetou os R$ 126 milhões reservados para a publicidade oficial da gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e a verba recorde da própria Câmara, fixada em R$ 399 milhões, um crescimento de 29% para o ano eleitoral, em relação aos recursos gastos deste ano (R$ 310,3 milhões).

Os montantes destinados às áreas de Saúde e de Educação não sofreram reduções na nova peça, estimada em R$ 27,897 bilhões, valor inferior ao apresentado nas duas propostas anteriores, de R$ 28,1 bilhões (original do Executivo) e de R$ 28,8 bilhões (primeiro substitutivo).No texto substitutivo votado em primeira discussão na semana passada, em meio às chuvas que inundaram a cidade, tinham sido reservados R$ 141,9 milhões somente para a canalização de córregos. Nessa peça substitutiva, a verba para o combate às enchentes atingia a marca inédita de R$ 400 milhões.

O novo relatório apresentado na terça-feira no fim da tarde e votado em plenário em segunda discussão, com o apoio de 42 dos 55 vereadores, porém, reduziu a reserva para a rubrica da canalização de córregos para R$ 71,3 milhões. A reserva para obras em áreas de risco caiu de R$ 20,6 milhões para R$ 19,6 milhões. As mudanças feitas pelo Legislativo na previsão de investimentos teriam sido motivadas por um erro do relator do Orçamento, Milton Leite (DEM), segundo colegas da base governista.

Leite argumentou que o equívoco foi do ex-secretário de Planejamento, Manuelito Magalhães, tucano que deixou o governo no início do mês, insatisfeito com o aumento do IPTU proposto pelo governo. O relator, aliado do prefeito, declarou que a saída teria sido provocada pelo fato de Magalhães ter superestimado as receitas com impostos e com a cessão da conta da Prefeitura para o Banco do Brasil. O governo nega a versão do parlamentar. Sensibilidade no plenário, apenas as bancadas do PT e do PCdoB e o vereador Cláudio Fonseca colocaram objeções aos remanejamentos feitos do Orçamento. "É muita falta de respeito e de sensibilidade manter uma verba recorde para a publicidade e tirar dinheiro da canalização de córregos.

Temos um bairro inteiro ainda alagado na zona leste e o prefeito tira verba do combate às enchentes", atacou o petista Antonio Donato (PT). Leite defendeu a verba destinada para a publicidade. "O prefeito precisa divulgar as ações emergenciais do governo, como o combate à dengue e a execução do Plano de Metas. Imprensa é um serviço caro", argumentou.

Novas regras para a poupança, entenda como funciona


No dia 13 de maio o governo Brasileiro anunciou novas medidas que vão afetar os rendimentos da poupança, que antes era o melhor e mais seguro meio de guardar dinheiro.

Em 2010 os depositos acima de 50 mil estarão sujeitos ao Imposto de Renda. O Governo alega que com os juros cada vez mais baixos, os fundos de investimento perderiam clientes, causando um desiquilibrio no sistema.

Com a crise o Banco Central está reduzindo no Brasil a taxa básica a chamada Selic.

Essa medida afetará os “grandes investidores”, segundo o governo essas pessoas estariam usando a poupança como mecanismo de especulação. Com depositos na poupança acima de 50 mil, esses clientes terão que pagar imposto de renda.

O Presidente Luiz Inacio Lula da Silva explicou mais detalhes sobre as novas regras, disse que o governo está agindo com cautela.

Eu vou ter uma conversa com o ministro Guido Mantega, porque primeiro nós precisamos proteger os poupadores para não permitir que pessoas que tenham muito dinheiro utilizem o dinheiro para aplicar na poupança. A poupança é para comportar os interesses da maioria da população que tem pouco dinheiro para que ela [a maioria] não tenha prejuízo. Nós vamos fazer isso com muito cuidado porque nós queremos preservar aquilo que temos de mais sagrado que são os poupadores brasileiros. Disse Lula.

Governo reduz projeção do crescimento da economia para 1%

O Ministério do Planejamento reduziu de 2% para 1% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009. Segundo nota divulgada na tarde desta quarta-feira (20) pelo ministério, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) este ano também teve a previsão reduzida de 4,5% para 4,3%, ligeiramente abaixo do centro da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Segundo a nota, o ministério também irá liberar R$ 9,1 bilhões. Desse total, R$ 6 bilhões serão destinados ao programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", e R$ 3 bilhões a despesas obrigatórias dos ministérios. Essa liberação foi possível, segundo o governo, com a redução da meta de superávit primário de 2009, de 2,2% para 1,4% do PIB para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social).

Em nota à imprensa, nesta quarta-feira, detalhando os últimos ajustes feitos ao Orçamento de 2009, o Ministério do Planejamento afirmou que a elevação da projeção de gastos foi possível devido à redução da meta de superávit primário do governo federal, anunciada em abril.

"Essa mudança permitiu o atendimento de várias iniciativas, e compensou a frustração na arrecadação prevista para este ano", afirmou o ministério na nota.

O relatório de receitas e despesas do segundo bimestre também prevê a redução de R$ 9,3 bilhões na arrecadação anual em relação à última previsão feita em março. Segundo o Ministério do Planejamento, a queda foi generalizada em todos os tributos. Contudo o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) teve maior recuo devido às medidas de desoneração para incentivar a atividade econômica. O Ministério do Planejamento destaca que a programação de despesas para o ano teve uma elevação em razão não só do programa habitacional, mas da liberação de R$ 1 bilhão para os municípios.

O ministério informou que houve uma nova estimativa para os gastos sociais, benefícios previdenciários, seguro-desemprego, abono salarial, benefícios assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), e da liberação de crédito extraordinário para o Ministério da Integração Nacional.

Mudanças

Na véspera, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, havia dito a jornalistas que a próxima reprogramação de despesas e receitas orçamentárias do governo preveria uma expansão do PIB de 0,7%.

Mas o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que o número citado pelo ministro era apenas um dos cenários que estavam sendo estudados pela equipe econômica.

"Decidimos colocar 1%", afirmou Barbosa a jornalistas nesta quarta-feira após participar de audiência pública na Câmara dos Deputados.

"É um cenário ambicioso em relação ao que o mercado está prevendo, mas achamos que é um cenário possível, factível, tendo em vista as medidas que foram adotadas (pelo governo) e o desempenho esperado para o segundo semestre.

No início do ano, o governo afirmava que a taxa de crescimento do PIB a ser buscada era de 4,0%, mas esse número já tinha sido reduzido para 2,0%. O mercado prevê uma retração de 0,49% do PIB, segundo a mediana da última sondagem feita pelo Banco Central.

Segundo Barbosa, o governo prevê que a economia no ano será puxada pelo mercado interno e a construção civil, sob o impacto das obras do Programa de Aceleração do Crescimento e do pacote habitacional.

(Com informações da Reuters e da Agência Estado)

'Não tem terceiro mandato', diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a descartar nesta quarta-feira em Pequim a hipótese de se candidatar a um terceiro mandato presidencial caso sua candidata, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, não tenha condições de disputar as eleições. "Eu não discuto essa hipótese. Primeiro porque não tem terceiro mandato. Segundo, porque a Dilma está bem", afirmou Lula após uma visita à agência espacial chinesa.

Na segunda-feira, Dilma foi transferida de Brasília a São Paulo, onde foi hospitalizada para a realização de exames após ter sentido dores em consequência da reação ao tratamento de quimioterapia ao qual está se submetendo para o tratamento de um linfoma (câncer do sistema linfático).

Lula disse ter conversado por telefone com o médico pessoal da ministra, o cardiologista Roberto Kalil, e ter recebido a notícia de que ela está bem. "Já tinha passado as dores, era uma reação à quimioterapia", disse o presidente. Até a manhã desta quarta-feira, não havia previsão de alta da ministra.

A hipótese do terceiro mandato tem sido mencionada informalmente como "plano B" por alguns aliados do governo caso os problemas de saúde impeçam a candidatura de Dilma.

Para que Lula pudesse se candidatar a uma nova reeleição, porém, seria necessária a aprovação de uma emenda à Constituição. O presidente tem negado com frequência a possibilidade de mudança constitucional e o desejo de concorrer novamente.

Questionado se mudaria de posição caso a ministra não puder concorrer, Lula afirmou: "Essa preocupação não vai existir. A Dilma vai fazer a quimioterapia dela e está totalmente curada, ou seja, não tem problema".

Lula esteve em Pequim para uma visita oficial de três dias ao país, de onde seguiu no início da tarde para a Turquia.

Deputado Sergio Moraes o que esta se lixando para nós


BRASÍLIA - O deputado Sergio Moraes (PTB-RS), disse nesta quarta-feira, em sessão do Conselho de Ética da Câmara sobre o caso do deputado dono do Castelo, Edmar Moreira (Sem partido-MG), que a grande exposição que teve na mídia, devido à famosa frase de "estar se lixando para a opinião pública", lhe rendeu dividendos eleitorais. Ele agradeceu a imprensa pela exposição e disse que em seu município está com mais votos do que antes



Agência Brasil

Sérgio Moraes é afastado do cargo de relator
Segundo ele, um programa de tv fez uma pesquisa com uma urna nas ruas de sua cidade, mas não levou ao ar. "Nela, eu tive mais de 50% dos votos”, alegou.

“Eu quero agradecer a vocês [imprensa] pela exposição”, completou o deputado, destacando ainda a ida ao Programa do Jô e o fato de ter sido citado no humorístico Casseta & Planeta, ambos programas da TV Globo.

Já em relação à sua briga na Justiça, para voltar a ser o relator do caso de Edmar Moreira, Sergio disse que jogou a toalha. “Desisti, fui amordaçado”, pontuou.

A sessão do Conselho acontece nesta tarde e Edmar Moreira vai fazer sua primeira defesa pública sobre o uso da verba indenizatória em empresas de segurança de sua propriedade sem a comprovação dos serviços prestados.