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Mortes em Rodeio

Após mortes, Justiça suspende shows em Jaguariúna durante o final de semana

Após a morte de quatro pessoas na madrugada desse sábado numa confusão na entrada do festival de rodeio que ocorre na cidade de Jaguariúna (SP), o juiz de plantão na cidade de Amparo determinou o cancelamento dos shows que ocorreriam na noite deste sábado e de domingo.

De acordo com o Fórum, a suspensão foi feita a pedido da promotoria localizada no município de Águas de Lindóia, também no interior de São Paulo. A organizadora do evento ainda não comentou o cancelamento.

A dupla Victor & Leo e o cantor Roberto Carlos se apresentariam, respectivamente, hoje à noite e amanhã, no encerramento do evento.

Correria nos portões

Os jovens mortos foram pisoteados na abertura dos portões do show da dupla João Bosco e Vinicius, quando houve uma correria. Muitas pessoas caíram e foram pisoteadas. De acordo com informações do Hospital Municipal Walter Ferrari, os quatro faleceram de parada cardiorrespiratória.

Os mortos, jovens com idades entre 20 e 25 anos, foram identificados como Vivian Montaguiner Contrera, Andréia Paola M. de Carvalho, Giovana Pereti e um rapaz que não portava documentos.

Quatro vítimas em estado grave seguem internadas no Hospital Municipal Walter Ferrari, de Jaguariúna. Os demais feridos, a maioria com ferimentos leves, foram distribuídos para os hospitais da região.

O socorro, segundo a polícia, foi prestado por funcionários da empresa que promove o evento e por ambulâncias da Prefeitura. A cidade de Jaguariúna não dispõe de um posto militar de Bombeiros e depende do atendimento das equipes de resgate de Campinas, distante 20 quilômetros.

O Centro de Operações dos Bombeiros de Campinas afirma que nenhuma equipe foi solicitada pelo quadro de bombeiros civis existente em Jaguariúna. O prefeito da cidade, Márcio Gustavo Bernardes Reis, do PPS, esteve no hospital durante a madrugada e retornou para sua residência.

Tráfico de pessoas


Polícia prende 13 por suspeita de ligação com entrada ilegal de chineses no Brasil

PORTO VELHO - A Polícia Federal prendeu, na manhã desta sexta-feira, 13 pessoas por suspeita de integrar uma quadrilha especializada em introduzir ilegalmente chineses no Brasil. No total, foram expedidos 16 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão em Porto Velho e Guajará-Mirim, ambas em Rondônia, São Paulo e Recife.

Do total de prisões já efetuadas, 10 foram feitas em Porto Velho, uma em São Paulo e duas em Guajará-Mirim. Na capital paulista, foi preso o líder da suposta organização, Zhu Ming Wen, conhecido como “Tony”. A PF alega que ele controlava a chegada dos chineses e enviava mercadoria contrabandeada de São Paulo para o Recife.

Ainda de acordo com a PF, as investigações começaram em 2008, com prisões em flagrante realizadas em cidades no sul de Rondônia. As prisões teriam revelado que um grande número de chineses entrava e permanecia ilegalmente no Brasil. Com o apoio do Ministério Público, a polícia teria, então, identificado uma suposta organização internacional voltada para o tráfico de pessoas.

Na suposta quadrilha, segundo a PF, existiam “coiotes”, responsáveis por atrair as vítimas com promessas de trabalho. A organização seria, ainda, liderada por uma paraguaia, presa este ano ao transpor a fronteira em Foz do Iguaçu com vários chineses.

A polícia também apurou que os chineses que entravam no País passavam por Holanda, Peru, Equador e Bolívia antes de chegar ao Brasil.

Os presos nesta sexta-feira respondem por formação de quadrilha e por manter trabalhador em condições semelhantes à de escravo. As penas que podem chegar a 11 anos de prisão.

ONG associa violência contra mulher aos games

A organização Women’s aid, do Reino Unido, liberou há dois anos um vídeo para lá de preconceituoso. Na campanha, um homem jogando videogame, o “GTA: Vice City”, para ser mais exata, agride uma mulher depois que ela tenta chamar sua atenção. Os closes no gameplay do jogo, na embalagem do título e na expressão insana do rapaz tornam bem clara a mensagem: “Games tornam maridos violentos e agressivos”. Oras, oras.

O nome do vídeo é “Enough” e os comentários publicados sobre ele criticam sua visão tendenciosa. É o caso, por exemplo, do usuário s0nnyburnett. “Esse comercial passa uma mensagem errada. Sem os banners, exibidos no final do vídeo, muitas pessoas poderiam pensar que o objetivo da campanha é associar a violência aos games”, disse ele. Será que essa não era a intenção real?

Imaginem a chacina que seria o final de uma sessão de um filme de guerra, hein? Penso em algo pior que os cenários grotescos de “Resident Evil 5″. Falando nisso, é melhor não deixar meu namorado jogar RE; de repente ele inventa de querer comer o meu cérebro. HAHA!